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21 janeiro 2016

A Glimpse


"A Glimpse, through an interstice caught,
Of a crowd of workmen and drivers in a bar-room, around the stove,
late of a winter night–And I unremark’d seated in a corner;
Of a youth who loves me, and whom I love, silently approaching, and
seating himself near, that he may hold me by the hand;
A long while, amid the noises of coming and going–of drinking and oath and smutty jest,
There we two, content, happy in being together, speaking little, 
perhaps not a word."

- Walt Whitman

05 março 2015

Sad but true


"Os degraus da vida são logo esquecidos por quem sobe a escada..."

- Felizmente há luar

16 janeiro 2015

"What would you do if you had to choose?"

       
"And that's just it, isn't it? That's how we manage to survive the lose. Because love, it never dies. It never goes away, it never fades, so long as you hang on to it, Love can make you immortal!"

        Apesar de já existir o filme deste livro (que por acaso, ainda não vi) e de já o ter lido há 3 anos, achei que deveria falar um pouco sobre ele, uma vez que teve um enorme impacto em mim. Sou fã de dramas, como acho que já referi nalgum post e ao ler a sinopse, fiquei logo entusiasmada em saber do que se tratava realmente. Não o devia ter feito! Não estava na melhor fase fase da minha vida, pelo contrário, foi o pior momento. Tinha perdido a minha avó há pouco tempo quando o apresentei para toda a turma. O resultado? Interrompi o trabalho porque comecei a chorar perto do fim.
        A história centra-se em Mia, uma musicista de 17 anos, que após um trágico acidente de carro perde a família e fica à beira da morte.
       Em coma, no hospital, as 24 horas que se seguem tornam-se decisivas! Entre a morte e a vida, entre um passado feliz e um desconhecido futuro, Mia é confrontada com memórias e importantíssimas decisões que vão condicionar o facto de ela “ficar ou partir”.

      "Se eu ficar" de Gayle Forman, é um livro com uma história bastante triste, inquietante e comovente, daqueles que nos deixa a pensar no que realmente vale a pena. Ensina-nos a dar valor áquilo que temos, à amizade, à família e às pequenas coisas que parecem não ter significado nenhum mas que acabam por ser mais do que aquilo que vemos.

       Recordo-me que o li em 8 horas, que durante a leitura chorei por vários momentos, porém, é, sem dúvida alguma, um bom livro. Recomendo!



            Quem já o leu? E o filme, já viram?  O que acharam?

04 janeiro 2015

El tiempo entre costuras


Este foi o último livro que li, e logo entrou para a minha pequena lista de favoritos. Depois de começar a lê-lo, é impossível de largar ou de se aborrecer. A verdade é que me apaixonei por ele desde o primeiro momento, desde o primeiro capítulo, desde a primeira frase. “O tempo entre costuras” é um romance, um drama, uma história de guerra e de glamour em que cada página nos torna cada vez mais adictos á sua leitura e nos provoca diversas sensações e sentimentos.
São pouco mais que 600 páginas, páginas que abordam essencialmente a história de uma jovem modista e os horrores de duas guerras intermináveis.
Tudo se passa em torno dessa jovem, Sira Quiroga. É costureira, tendo aprendido tal arte com a sua mãe e respectiva patroa. Antes de deflagrar a Guerra Civil Espanhola, a dona do ateliê viu-se obrigada a encerrar o estabelecimento, e desde então a vida de Sira tornou-se num enorme desafio, até conhecer alguém. Aí, passa de uma vida estável, tranquila, em que tudo corria instantaneamente, para uma vida completamente diferente, acabando por enfrentar mais problemas do que aquilo que poderia alguma vez imaginar. Sira era uma pessoa muito dependente dos outros, e quando se viu “sozinha no mundo” teve de arranjar múltiplas estratégias para sobreviver.

Madrid, Tanger (Marrocos) e Lisboa são cenários abordados na história.

Tenho medo de dizer mais do que devia e estragar a história,  por isso vou-me deixar por aqui.

“ O tempo entre costuras” de María Dueñas, proporcionou-me deliciosos momentos de leitura, fortes emoções, conhecimento de factos relacionados com a guerra, e muito mais !


Recomendo a sua leitura.

Ver livro aqui.

Alguém já o leu? Vão ler?

27 dezembro 2014

Literature | William Blake


   Não sou grande apreciadora de poesia, no entanto não deixo de admirar a capacidade de escrita e imaginação de certos poetas. William Blake é um deles! Descobri este senhor enquanto via o filme “Dead man” (Algum dia falarei sobre este bom filme, mas por agora vou apenas continuar com Blake).
    Para vos dar um pouco a conhecer: Este poeta (1757-1827) nasceu e faleceu em Londres, foi também tipógrafo e pintor. Viveu numa época marcada pela Revolução industrial e pelo iluminismo e dedicava-se a observar o que muitos se negavam ver: a pobreza, a injustiça social, a negatividade do poder da igreja e do estado.

        O poema que gostei e que foi mencionado no filme é:  Auguries of Innocence:

"Every night and every morn
Some to misery are born,
Every morn and every night
Some are born to sweet delight.

Some are born to sweet delight,
            Some are born to endless night." (Excerto)


Basicamente, neste poema existe uma linha que separa os inocentes e desprivilegiados e aqueles que são abençoados e da elite.